Ramos Horta disse no encontro com o Primeiro-ministro português, José Sócrates, que queria a GNR em Timor, mesmo fora do quadro das Nações Unidas, para formar os polícias timorenses e também para ajudá-los na "manutenção da lei e ordem" no país. Trocando por miúdos: o Presidente Ramos Horta é de opinião que a GNR deve permanecer em Timor o tempo que for necessário mesmo após o término da actual missão das Nações Unidas, sendo parte das despesas suportadas por Timor.
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