sábado, 8 de novembro de 2014
Da competência e boa fé de alguns juízes: 'estudo de caso' Ivo Rosa.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Wodside leva Estado timorense a tribunal
sábado, 19 de maio de 2012
O adeus do PR Horta
sábado, 31 de março de 2012
Presidenciais 2012: 2ª volta (3)
sexta-feira, 23 de março de 2012
Presidenciais 2012: Poder pelo poder... (3)
quarta-feira, 21 de março de 2012
Presidenciais 2012: Poder pelo poder... (2)
terça-feira, 20 de março de 2012
Presidenciais 2012: Poder pelo poder...
Presidenciais 2012: 2ª volta (2)
segunda-feira, 19 de março de 2012
Presidenciais 2012: 2ª volta
domingo, 18 de março de 2012
Presidenciais 2012: resultados oficiais provisórios (6)
Presidenciais 2012: resultados provisórios (5)
Presidenciais 2012: resultados provisórios (4)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Presidenciais 2012
A minha previsão da tendência da distribuição de votos nas próximas presidenciais é meramente empírica, resultado das minhas observações e vivência no seio da população de Díli e rural – por isso, falível –, e fundada também nas minhas convicções (por isso, discutível).
Fernando Araújo Lasama
Na minha opinião, a candidatura de Lasama visa, apenas, reagrupar os seus militantes e simpatizantes, impedindo-os de se tresmalharem, encerrando-os no redil do Partido. Os seus votantes naturais são maioritariamente das regiões de onde são originários os principais líderes do PD: dois ou três distritos do Oeste e um ou outro sub-distrito de Leste.
Francisco Guterres Lu Olo
Lu Olo não vai conseguir o pleno do seu eleitorado das presidenciais de 2007; vai perder mais de metade dos seus eleitores naturais nos três distritos da zona Leste (Lautém, Viqueque e Baucau), e poderá vir a perder quase todos os seus eleitores naturais dos restantes dez distritos.
Taur Matan Ruak
Todos os dados apontam para uma vitória de Ruak, não apenas nos distritos de Lautém, Viqueque e Baucau – os três distritos considerados baluartes da Fretilin –, mas também nos restantes dez distritos, incluindo Suai (o único distrito de Oeste onde a Fretilin foi vencedora em 2007); porque a candidatura de Ruak é transversal a toda a sociedade e população timorense, independentemente das suas convicções e filiação partidária, e independentemente também da sua origem etno-linguística.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Ramos-Horta afirma não se recandidatar
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Xanana a caminho de Cuba
Fiz algumas diligências, entretanto, mas nenhum dos meus contactos confirma está informação. No entanto, um deles adiantou que é bem possível esta viagem, pois estava já agendada uma visita oficial de Xanana Gusmão a Cuba ainda este ano para a assinatura (ratificação?) de dois protocolos de cooperação cubano-timorense nas áreas de saúde e de alfabetização de adultos.
Uma outra informação já confirmada, de fonte oficial, diz que o Presidente do Parlamento Nacional, Fernando de Araújo Lasama, irá a Cuba em visita oficial, em Junho, a convite do seu homólogo cubano.
terça-feira, 8 de julho de 2008
Presidente do Parlamento timorense encontrou-se com os contestatários
O presidente do Parlamento Nacional de Timor-Leste recebeu os estudantes universitários que se manifestam em Díli, mas informou que vai avançar com a compra de carros para todos os deputados.
Os estudantes, que há um mês se manifestaram pela primeira vez contra a aquisição de 65 viaturas “4x4” pelo Parlamento, anunciaram que o protesto vai continuar até sexta-feira, como previsto.
Três representantes das associações de estudantes foram recebidos ao final da manhã por Fernando “La Sama” de Araújo e Vicente Guterres, presidente e vice-presidente do Parlamento timorense, respectivamente.
““La Sama” de Araújo disse que não vai cancelar a compra dos carros de luxo e nós dissemos que vamos manter a manifestação até ao quinto dia”, sexta-feira, afirmou, à saída do encontro, o estudante Marcos Guterres Gusmão.
A polícia procedeu hoje de manhã a 16 detenções, mas o protesto na Universidade Nacional Timor Lorosae (UNTL) decorreu sem as cenas violentas que marcaram segunda-feira o reinício das manifestações em Díli.
Os estudantes universitários timorenses protestam contra a anunciada aquisição de viaturas para todos os 65 deputados, tendo-se reunido no campus da universidade, no lado oposto da rua do Parlamento Nacional, no centro de Díli, e no Campo da Democracia, a poucas centenas de metros.
Os 21 estudantes detidos segunda-feira diante da UNTL pela polícia continuam à guarda das autoridades no quartel-general da Polícia Nacional (PNTL) em Caicoli, Díli, e serão presentes a um juiz na quinta-feira.
O subcomissário Carlos Pereira, comandante-interino da Polícia das Nações Unidas (UNPol) no distrito de Díli, afirmou à Agência Lusa no local que “hoje aconteceu o mesmo que ontem (segunda-feira): a polícia procedeu a detenções numa manifestação ilegal”.
“Tivemos várias reuniões na semana passada com os estudantes. Um grupo aceitou o Campo da Democracia para se manifestar, porque a lei não permite a manifestação na UNTL”, a menos dos cem metros exigidos por lei.
“Mas outro grupo, ao fim de oito horas de reunião, insistiu em fazer a manifestação diante do Parlamento”, explicou o oficial português da UNPol.
Um grupo de ex-prisioneiros políticos timorenses, incluindo figuras conhecidas da resistência timorense à ocupação indonésia, exigiu hoje “a libertação imediata e incondicional” dos estudantes detidos pela polícia na sequência de uma intervenção com granadas de gás lacrimogéneo.
“Não havia necessidade de uma intervenção policial como aquela”, afirmou à Lusa o presidente da Associação dos Ex-Prisioneiros Políticos timorenses (ASEPOL), Jacinto Alves, que é um dos elementos da Comissão de Verdade e Amizade, criada para investigar os crimes cometidos em 1999.
“Houve um uso excessivo da força porque a manifestação era pacífica e não havia emergência nenhuma”, acrescentou à Lusa um outro elemento da ASEPOL, Gregório Saldanha, um dos sobreviventes do massacre do Cemitério de Santa Cruz em 1991.
“Não estamos aqui pela política nem representamos nenhum partido”, sublinhou o conhecido activista timorense e ex-líder estudantil, acrescentando que “a via para resolver os problemas não é a da violência mas a do diálogo”.
Os estudantes detidos pela polícia são acusados de crime de desobediência.
Entre as forças das Nações Unidas presentes diante da UNTL, em apoio da Task Force da PNTL, era consensual a opinião de que a unidade timorense “estava muito nervosa ontem (segunda-feira) e agiu de uma maneira que acirrou os ânimos”.
A Task Force, criada em Dezembro de 2007 por decisão do Governo, teve na manifestação estudantil da UNTL a primeira intervenção com enquadramento directo da UNPol desde os ataques de 11 de Fevereiro contra o Presidente da República e o primeiro-ministro.
“Teoricamente”, como salientaram oficiais da UNPol contactados pela Lusa, toda a estrutura da PNTL está “sob a responsabilidade executiva” da polícia internacional desde a crise de 2006.
A prática, no entanto, foi de efectiva autonomia operacional da Task Force e de outras estruturas da PNTL nos meses em que durou o Comando Conjunto da Operação “Halibur” (PNTL e Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste), até ao mês de Junho.
Lusa/Açoriano Oriental online, 2008-07-08
terça-feira, 22 de abril de 2008
Timor: Levantado o estado de emergência
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Eleições antecipadas "podem trazer vantagens"
A realização de eleições antecipadas em Timor-Leste "pode ter vantagens para todas as partes", declarou o Presidente da República timorense, José Ramos-Horta, à agência Lusa e à RTP em Díli.
"Eu sempre disse que não tenho objecções a eleições antecipadas desde que resulte de um consenso do Parlamento, de todos os partidos", afirmou José Ramos-Horta na sua residência em Díli, onde regressou hoje depois de ter estado em tratamento na Austrália, na sequência do atentado de 11 de Fevereiro.
"A Fretilin quer as eleições antecipadas talvez no Verão de 2009. O Governo diz que sim, diz que não, ainda não se pronunciou", disse Ramos-Horta, na entrevista conjunta à Lusa e RTP. Para o Presidente timorense, as eleições antecipadas "podem trazer vantagens para todas as partes".
"Se o Governo fizer um bom trabalho este ano de 2008, as eleições novas resultam numa vitória do Governo e a Fretilin perde", disse.
"Mas se o Governo faz um trabalho miserável, não consegue cumprir as promessas e fazer a execução orçamental, até eu prefiro ter eleições antecipadas porque não temos que os ter durante mais de três anos", sublinhou o chefe de Estado timorense.
"Portanto, o ano de 2008 é um grande teste para o Governo. Se fizer um bom trabalho, a Fretilin estará em desvantagem. Se fizer um trabalho medíocre, o povo quererá eleições antecipadas", acrescentou.
O chefe de Estado reconheceu que olha para si próprio, hoje, como o factor de união da sociedade timorense.
"Parece que sim. É o que revela a explosão popular em me acolher. É o que revela que os partidos todos tenham estado no aeroporto" hoje de manhã, frisou Ramos-Horta, eleito Presidente da República em 2007.
É com esse apoio que José Ramos-Horta diz "insistir no diálogo" político iniciado no regresso da visita oficial ao Brasil, em Janeiro deste ano, incluindo a reunião entre a aliança partidária no Governo e oposição, poucos dias antes dos ataques de 11 de Fevereiro, em que foi ferido a tiro com gravidade.
"Tivemos dois diálogos e correram de forma muito salutar e com propostas construtivas. O único ponto que (ficou) por discutir era a exigência de eleições antecipadas. Mas aí podemos chegar a uma solução de compromisso em que ninguém perde a face", afirmou José Ramos-Horta.
"Se houver eleições legislativas antecipadas, eu quero também eleições presidenciais antecipadas", declarou José Ramos-Horta, acrescentando que, nesse caso, não seria candidato, conforme a Constituição timorense.
"Não sou melhor que os outros. Os outros não são melhores que eu. Vamos testar com o povo", explicou ainda o Presidente da República.
"Disse também, na altura (Julho de 2006), que a minha preferência não era ser primeiro-ministro. Fui empurrado, sobretudo por Xanana Gusmão. E paguei um preço muito grande como primeiro-ministro porque assumi a responsabilidade numa situação muito difícil", considerou o actual chefe de Estado.
"Aceitei, tentei ser leal à Fretilin, respeitando a sensibilidade do partido nessa altura. Depois fui empurrado para eleições presidenciais e não me senti bem tendo como adversário o Francisco Guterres 'Lu Olo' (presidente da Fretilin)", referiu.
"Hoje, chego à conclusão que Fernando 'La Sama' (de Araújo, presidente do Parlamento), por exemplo, seria um bom Presidente, pela forma como agiu nestes dois meses", em que ocupou interinamente a chefia do Estado, acrescentou.
Sobre a estratégia em relação ao ex-tenente Gastão Salsinha, José Ramos-Horta assegurou que não irá seguir a mesma linha de diálogo que manteve com o major Alfredo Reinado.
"Não. Tiveram oportunidade durante ano e meio", explicou o Presidente da República sobre o grupo de Gastão Salsinha, que até 11 de Fevereiro liderava os chamados peticionários das Forças Armadas.
"Apresentei uma proposta há mais de um ano ao comando das Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL). Na altura, a posição do comando era muito inflexível. Não queriam ouvir falar dos peticionários. Sentiam-se traídos", recordou José Ramos-Horta.
"No entanto, com muita paciência minha e humildade do comando das F-FDTL, ouviram-me, tiveram reuniões e aceitaram a minha proposta: todos os peticionários que quisessem voltar, podiam voltar através de um processo de novo recrutamento".
"Aos que não quisessem voltar, o governo dava um subsídio equivalente a três anos de vencimento para poderem retomar as suas vidas", lembrou o Presidente na entrevista.
"Primeiro, a organização não-governamental MUNJ disse-me que Salsinha e Reinado concordavam. Daí que eu decidi receber os dois em Maubisse. Mas quando cheguei lá, Reinado disse que não, que eles nunca disseram que concordavam com a proposta", contou José Ramos-Horta à Lusa e RTP.
"Isto é, não lidam com a questão com seriedade", acusou o Presidente.
"Entretanto, Salsinha deixou de ser uma pessoa sobre quem não pesa um mandado de captura. Envolveu-se directamente num ataque ao chefe de Estado e ao primeiro-ministro e tem que se apresentar à justiça", frisou o chefe de Estado timorense.
"Não foi necessário até hoje que algum timorense tivesse morrido. Já mais de metade dos elementos (fugitivos) se entregou com as suas armas. Só faltam talvez 12 pessoas com menos de 12 armas", acrescentou.
José Ramos-Horta repetiu, na entrevista, o caminho que apontou ao ex-tenente Salsinha à chegada a Díli: "Entregue-se".
SIC/Lusa, 17/04/2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
O futuro político de Ramos Horta
Presidente regressa a Díli na próxima semana
08.04.2008 - 10h01 Lusa - O Presidente timorense admitiu que poderá renunciar ao cargo de Presidente. Em entrevista ao jornal "The Australian", citado pela Lusa, Ramos-Horta diz que só quando voltar a Timor saberá se está preparado para continuar.
Ramos-Horta indicou que o Presidente interino conseguiu passar um "teste crucial" e que só quando regressar a casa, ao local onde foi alvejado, perceberá se está completamente recuperado e preparado para continuar o mandato para o qual foi eleito em 2007.
José Ramos Horta foi alvejado junto à sua residência no dia 11 de Fevereiro.
O Presidente, que tem mandato até Abril de 2012, continua em convalescença em Darwin, devendo regressar a Timor-Leste na próxima semana (17 de Abril).
Público Online, 8/04/2008
O meu comentário: Sou de opinião que o presidente timorense, José Ramos Horta, deve cumprir todo o mandato para o qual fora eleito. Não existe de momento nenhum argumento de ordem constitucional que o iria obrigar à renúncia do cargo, mesmo que alguma formação política [a Fretilin] proponha, no futuro, a sua autodemissão com o fim último de antecipar as eleições legislativas.
sábado, 5 de abril de 2008
11/2: Abriu a "caça" a Salsinha
Os líderes timorenses decidiram que «chegou a hora» de capturar o líder dos militares peticionários Gastão Salsinha, afirmou hoje o primeiro-ministro Xanana Gusmão à agência Lusa
«Decidimos que já chegou a hora e a partir do dia 09 as forças conjuntas vão começar a operação», declarou hoje Xanana Gusmão à Lusa, na primeira entrevista após os ataques de 11 de Fevereiro.
«Não vai haver mais aquela tolerância. Tem de se dizer à população que já acabou a brincadeira. O Salsinha tem de se render ou expor-se a combate», afirmou o governante.
«Agora já há ordem para disparar», acrescentou Xanana Gusmão ao falar sobre as regras aprovadas sexta-feira numa reunião entre as chefias das forças de segurança, o Governo e o Presidente da República interino.
O ex-tenente Gastão Salsinha liderou uma emboscada à coluna onde seguia o primeiro-ministro, na manhã de 11 de Fevereiro, pouco depois de um grupo chefiado pelo major Alfredo Reinado atacar a residência do Presidente da República.
Com a morte de Alfredo Reinado nesse ataque, Salsinha passou a liderar o grupo de fugitivos que, há quase dois meses, se tem movimentado nas áreas montanhosas de Ermera e Bobonaro (oeste).
«Vamos pôr de sobreaviso a população da área, que não deve sair de casa nos dias da operação. Se saírem e forem vistos a fugir das forças, vão ser alvejados», declarou Xanana Gusmão à Lusa.
Hoje mesmo, os comandantes da operação «Halibur» de captura de Salsinha deslocaram-se a Maubisse (oeste), para participar numa cerimónia religiosa e aproveitar a ocasião «para explicar aos muitos jovens presentes a estratégia das autoridades», afirmou à Lusa uma fonte do Comando Conjunto.
Objectivo semelhante norteou o presidente interino, Fernando «La Sama» de Araújo, num périplo de dois dias pelo distrito de Bobonaro, quarta e quinta-feira, de helicóptero, contactando populações nas áreas de refúgio do grupo de Salsinha.
Na entrevista de hoje, Xanana Gusmão explicou que a operação «Halibur» teve três objectivos, o primeiro dos quais era «criar um sentimento de dever comum colectivo das duas instituições perante o Estado», referindo-se à Polícia Nacional e às Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste.
«Devo dizer que conseguimos. Nunca se pensou que as duas forças, que se andaram a matar uma à outra (em 2006), pudessem depois trabalhar em conjunto dessa maneira», salientou o primeiro-ministro.
Outro objectivo cumprido pela «Halibur» foi «reganhar contacto com a população, que com dois anos de influência do Reinado e do seu grupo, estava um bocado distanciada das nossas forças».
O terceiro objectivo «é preciso exercer pressão sobre o grupo do Salsinha, o que permitiu que alguns elementos se rendessem», acrescentou Xanana Gusmão.
Sexta-feira, um juiz internacional do Tribunal de Distrito de Díli impôs a medida de prisão preventiva a mais dois elementos do grupo de Gastão Salsinha.
Os dois homens, Alexandre Araújo (Alex), da Polícia Nacional, e Bernardo da Costa (Cris), das Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste, foram formalmente detidos no acantonamento de peticionários de Aitarak Laran, em Díli, depois de decidirem entregar-se ao Comando Conjunto.
Até agora, sete dos oito arguidos no processo relativo ao 11 de Fevereiro estão em prisão preventiva. Apenas Angelita Pires, ex-assessora legal de Alfredo Reinado, aguarda julgamento em liberdade, com termo de identidade e residência.
Domingo, o chefe de Governo tem um encontro com os comandantes da operação «Halibur» no terreno.
Gastão Salsinha foi o líder dos peticionários das Forças Armadas em 2006 e juntou-se a Alfredo Reinado em Novembro de 2007, numa parada militar em Gleno.
«O 11 de Fevereiro foi um desfecho trágico, em termos do Estado, dos problemas de 2006, que não são (iniciados) a 28 de Abril. Tudo tem de ser compreendido para trás», explicou Xanana Gusmão sobre as raízes dos «atentados» contra o topo do Estado.
«Andámos um bocado a brincar», acrescentou Xanana Gusmão, que entende o 11 de Fevereiro como «um falhanço de liderança em muitos aspectos».
Xanana Gusmão recusou, no entanto, qualquer comentário sobre as investigações, «que competem às autoridades judiciais».
«Muita gente fala dos mistérios, dos mistérios. Que se desvendem esses mistérios. Eu apenas repito o que as outras pessoas dizem», declarou apenas o primeiro-ministro.
Lusa/SOL Online, 5/04/2008