Bano, o vice-presidente da Fretilin Maputo, terá de esclarecer muito bem a natureza dos três crimes imputados a Xanana Gusmão, enquanto Primeiro-ministro: "conluio", então quem o prejudicado na adjudicação; "nepotismo", então a alegada empresa favorecida do familiar é ou não merecedora de crédito e mérito para ganhar a adjudicação; "corrupção", então quem é o corruptor e quem é o corrompido nesta adjudicação. Uma vez decidido sobre a natureza dos crimes cometidos basta denunciar o alegado prevaricador ao Ministério Público para se proceder as investigações necessárias e apresentá-las ao tribunal para o julgamento. A PGR não se furtará de dar seguimento a queixa da Fretilin Maputo.
Com esta frincha oferecida pela referida rádio australiana, a Fretilin Maputo encontrou o argumento certo para desencadear a sua tão desejada e sempre adiada “Marcha de Paz” – para agitar e açular os seus seguidores – a fim de criar momentos de instabilidade social e política, oferecendo de bandeja aos australianos argumento para forçar a canalização do pipeline do Greater Sunrise para Darwin, privando aos timorenses milhares de empregos directos e indirectos e desenvolvimento material e humano daí decorrente, alegando ausência de segurança em Timor para técnicos e instalações petrolíferas.
Camaradas, quanto às eleições "antecipadas", aguardem por 2012!