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Novo romance de Vasco Graça Moura

Vasco Graça Moura

História de uma obsessão

por Rita Silva Freire

Um bibliófilo apaixona-se por uma misteriosa mulher a quem compra uns livros antigos. Apesar de estar com ela apenas duas vezes, é esta paixão obsessiva que vai reger a sua vida durante largo tempo. E que vai ditar a narrativa de Alfreda ou a Quimera, o novo romance de Vasco Graça Moura. Nascido na Foz do Douro em 1942, Vasco Graça Moura licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa, tendo advogado no Porto entre 1966 e 1983. Poeta, ficcionista, ensaísta, cronista e tradutor, é também deputado ao Parlamento Europeu desde 1999. Recebeu, entre outros prémios, o Pessoa (1995), os de Poesia do Pen Club (1997) e da APE (1997) o de Romance e Novela APE/IPLB (2004); e vários como tradutor de obras como, entre muitas outras, a Divina Comédia - o último dos quais o Prémio de Tradução 2007 do Ministério da Cultura Italiano, de 2007. É autor de, entre outras obras de ficção, Meu Amor, Era de Noite e Por Detrás da Magnólia.

Jornal…

Acordo Ortográfico: as razões de Vasco Graça Moura

Acordo Ortográfico: Vasco Graça Moura afirma que "é um acto cívico batermo-nos contra"

Lisboa, 03 Abr (Lusa) - O escritor Vasco Graça Moura disse hoje que "é um acto cívico batermo-nos contra o Acordo Ortográfico", que qualificou de "inconstitucional".

O escritor e eurodeputado, que falava na Livraria Byblos em Lisboa a convite da Associação Portuguesa de Editores (APEL) e Livreiros e da União de Editores Portugueses (UEP), disse que "o acordo não leva a unidade nenhuma" e antes de qualquer ratificação havia que chegar a um vocabulário técnico-científico comum.

Graça Moura disse que ratificar este Acordo era inconstitucional pois "não se pode aplicar na ordem interna um instrumento que não está aceite internacionalmente" e nem assegura "a defesa da língua como património, como prevê a Constituição nos artigos 9º e 68º".

Vasco Graça Moura considerou o Governo "irresponsável", acusando-o de agir apressadamente" e de …

Acordo Ortográfico na Assembleia da República 2

Choque de titãs deixa deputados hesitantes face ao Acordo Ortográfico
Já se aproximavam as 18 horas quando a deputada Teresa Portugal (PS) abriu a última parte da sessão - aquela em que se iriam conhecer as posições dos representantes partidários acerca do acordo ortográfico, o tema que mobilizava desde as 10 e meia da manhã catedráticos, linguistas, editores, membros de institutos e associações da língua portuguesa, reunidos na sala do Senado da Assembleia da República, em Lisboa.

A deputada começou por historiar a "atribulada história dos múltiplos acertos e desacertos da ortografia" da língua portuguesa. Mas em breve não hesitaria em confessar-se dividida "perante uma argumentação igualmente convincente" que ouvira, ao início da tarde, quando Vasco Graça Moura e Carlos Reis esgrimiram argumentos contra e a favor do acordo ortográfico ratificado em 1990, mas que agora voltou uma vez mais ao Parlamento, como proposta de resolução apresentada pelo Governo, para reso…