Investigação a crimes de 1999 reaberta
Especialistas das Nações Unidas reabriram no terreno a investigação dos crimes mais graves cometidos em 1999 em Timor-Leste, afirmou hoje à agência Lusa o magistrado que dirige a equipa.
Lusa
A Equipa de Investigação de Crimes Graves (SCIT, na sigla inglesa) das Nações Unidas recomeçou a actividade no terreno e está a investigar os casos mais graves de violência cometida em Timor-Leste em 1999, explicou o magistrado polaco Marek Michon, que dirige o grupo.
A SCIT continua o trabalho e tem um mandato semelhante ao da Unidade de Crimes Graves (SCU) que existia no seio da Procuradoria-Geral da República até ao final de 2004.
"Apesar de sermos parte da missão das Nações Unidas no país, a SCIT trabalha sob a supervisão e a direcção da PGR", adiantou Marek Michon.
A SCIT, porém, tem apenas competências de investigação, um mandato mais limitado do que o da SCU, que podia também abrir processos judiciais, uma competência que era inerente ao facto de …
Especialistas das Nações Unidas reabriram no terreno a investigação dos crimes mais graves cometidos em 1999 em Timor-Leste, afirmou hoje à agência Lusa o magistrado que dirige a equipa.
Lusa
A Equipa de Investigação de Crimes Graves (SCIT, na sigla inglesa) das Nações Unidas recomeçou a actividade no terreno e está a investigar os casos mais graves de violência cometida em Timor-Leste em 1999, explicou o magistrado polaco Marek Michon, que dirige o grupo.
A SCIT continua o trabalho e tem um mandato semelhante ao da Unidade de Crimes Graves (SCU) que existia no seio da Procuradoria-Geral da República até ao final de 2004.
"Apesar de sermos parte da missão das Nações Unidas no país, a SCIT trabalha sob a supervisão e a direcção da PGR", adiantou Marek Michon.
A SCIT, porém, tem apenas competências de investigação, um mandato mais limitado do que o da SCU, que podia também abrir processos judiciais, uma competência que era inerente ao facto de …