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domingo, 15 de julho de 2012

Longuinhos Monteiro: "Tolerância zero para actos de violência política".

Eclodiu a violência em Viqueque, Venilale, Baucau e em vários bairros de Díli, com ataques  indiscriminadao a transeuntes e carros que circulam na rua, tendo verificado alguns feridos (de entre eles 4 polícias) e 58 viaturas danificadas, segundo o comandante geral da polícia, Longuinhos Monteiro, na sua intervenção na televisão.

Já se ouvem tiros de pistolas e armas automáticas. Os desordeiros são afectos ao partido Fretilin que foi excluído da coligação com o CNRT para formar o V Governo Constitucional.

Dada a gravidade da situação, algumas embaixadas estão a aconselhar os seus concidadãos para evitarem de sair esta noite de casa.

CNRT vai formar governo em coligação com PD e Frente Mudança

Aprovada por unanimidade e aclamação a opção B do cenário três: coligação CNRT/PD/Frente Mudança.

Em discussão o cenário de coligação CNRT/PD/Frente Mudança

Foram descartados dois cenários: i) CNRT para a oposição (uma vez que não tem a maioria absoluta); ii) A. Governo de unidade nacional; B. Governo de inclusão. Foi igualmente rejeitada por unanimidade uma das opções do cenário três: A. coligação CNRT/Fretilin. Pelas discussões que está a decorrer, neste momento, sobre este último cenário, indicam-nos que os conferencistas vão decidir pela opção B, do cenário três: coligação CNRT/PD/Frente Mudança.

sábado, 14 de julho de 2012

PD decide coligar-se com CNRT e Frente Mudança

O PD decidiu em conselho nacional (conferência nacional?), hoje, 14/07,  coligar-se com o CNRT e Frente Mudança para formar o V Governo constitucional, segundo informações a que tive acesso ao princípio de noite.

O CNRT reunir-se-á, amanhã, 15/07, a partir das dez horas, em conferência nacional para decidir com qual dos partidos se irá coligar  (se com a Fretilin ou PD), ou formar um governo minoritário.

A concretizar-se a coligação CNRT/PD/F Mudança o governo terá um suporte parlamentar de 40 deputados. Contudo, a distribuição dos cargos deve ser proporcional ao peso de cada partido. O PD tem apenas oito deputados, enquanto que o CNRT tem trinta. Assim, o PD deve ter sentido da realidade e não exigir para além do peso que é de oito assentos.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

E por que não um governo minoritário do CNRT?

Gostava de ver se Mari e La Sama teriam coragem de provocar eleições antecipadas?! É que a Fretilin e o PD juntos/coligados somam 33 deputados. Têm a maioria absoluta no PN. Até podem formar governo! Mas, seria um "governo de facto", segundo os juristas, os constitucionalistas da Fretilin (2007)!?

Eu aposto mais neste cenário: governo minoritário. 

sábado, 12 de maio de 2012

Legislativas de 7 de Julho

Em 21 candidaturas (18 partidos e 3 coligações, no sorteio realizado, hoje, 12/05, pelo CNE, para as posições a ocupar por cada partido e coligação no boletim de voto das próximas legislativas de 7 de Julho) o CNRT ficou com o número 11, a Fretilin com o 12, ficando o primeiro da lista a UDT.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Presidenciais 2012: Poder pelo poder... (3)

...nem que tenha que vender a alma ao diabo.

Aguardemos pelos resultados das conversações que estão a decorrer neste momento entre La Sama/PD (com Horta à pendura) e Fretilin para "cedência" dos cerca de 80 mil votos conseguidos pelo La Sama (mais os 80 mil de Ramos Horta) na 1ª volta das presidenciais. O PD e La Sama apresentaram como contrapartida um preço muito alto:

Plano A: PM não Fretilin, 4 ministérios e 8 secretarias de Estado;
Plano B: PM Horta, PN La Sama, ficando Alkatiri com o Ministério do Petróleo.

A concretizar um dos 'planos', isto implica uma coligação Fretilin/PD (mais Horta à pendura) nas próximas eleições de Junho. Isto implica também que o candidato presidencial Lu Olo tem de ganhar a 2ª volta das presidenciais. E se o vencedor for Ruak? Mantém-se o compromisso acordado com o PD ou a Fretilin rói a corda?!

E se concretizar esta coligação Fretilin/PD, a Fretilin ficará tão vulnerável aos ataques dos outros partidos concorrentes às legislativas de Junho uma vez que estariam a acolher no seio da coligação políticos do PD tão criticados pela própria Fretilin como suspeitos de corrupção no exercício das suas funções governativas. E esta camarada?!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Presidenciais 2012: Poder pelo poder... (2)

...nem que tenha que vender a alma ao diabo.

A Presidência da República emitiu um comunicado de imprensa, dia 20/03, desmentindo afirmações imputadas a Ramos Horta - publicadas na imprensa - em que este teria decidido "recusa de votos ao candidato presidencial Francisco Guterres Lu Olo (FRETILIN)" na 2ª volta.

Se Ramos Horta sentiu a imperiosa necessidade de desmentir as notícias sobre a sua "recusa de votos" a Lu Olo - conhecendo como conheço Horta ao longo de vários anos - é o mesmo que dar indicação de voto aos seus votantes na 1ª volta das presidenciais para votarem em Lu Olo (FRETILIN) na 2ª volta. Se analisarmos com cuidado o texto do comunicado de imprensa, verificamos que vem citado "Francisco Guterres Lu Olo (FRETILIN)", não apenas Lu Olo, mas também o partido Fretilin. Isto é, os seus 80 mil votos são endereçados também para o seu antigo (possivelmente 'futuro') partido Fretilin para as próximas legislativas de Junho.

Contudo, numa notícia da Lusa, dia 21/03, hoje difundida, Horta afirma que "vai colaborar nas legislativas com o Partido Democrático", acrescentando que os dois juntos tinham reunido, na 1ª volta das presidenciais, 35 porcento de votos. Se repararmos bem, Horta nestes últimos dias nas suas declarações fala sempre em "nós", ele Horta e La Sama - que trata com deferência "presidente La Sama" - "o nosso sentido de voto", "o presidente La Sama e eu próprio", "nosso apoio". É o preço do cargo de Primeiro-ministro para Horta que La Sama e o seu partido PD estão a negociar com a Fretilin para conceder a Lu Olo, na 2ª volta das presidenciais, os seus cerca de 80 mil votos da 1ª volta.

Horta é um contorcionista exímio.

Mas, se Horta e La Sama pensarem que os votos conseguidos na 1ª volta são transferíveis todos para Lu Olo na 2ª volta das presidenciais, enganam-se redondamente. Os cerca de 160 mil votos não são todos transportáveis para Lu Olo: pois estes votos são essencialmente dos distritos de Oeste. Ora os votantes de Oeste votam com menos dificuldade em Ruak do que em Lu Olo: as motivações são bem óbvias.

Passemos às contas de mercearia (apenas em percentagem, pois os resultados definitivos só saem na próxima 6ª feira): dos 35%, numa estimativa mais optimista, só 20% pode ser transferido para Lu Olo; somando 29% de Lu Olo com 20% de Horta e La Sama dá um total de 49%; logo não perfaz o total 50 mais 1 para ganhar as presidenciais.

terça-feira, 20 de março de 2012

Presidenciais 2012: Poder pelo poder...

... nem que tenha que vender a alma ao diabo.

É o que previsivelmente irá suceder: apoio de La Sama a Lu Olo na 2ª volta das presidenciais. Em troca, coligação nas eleições legislativas de Junho próximo para formar governo Fretilin/PD.

O cenário pode vir a ser o seguinte: La Sama - Presidente do Parlamento, Ramos Horta - Primeiro-ministro, Mari Alkatiri - Ministro do Petróleo.

A ver vamos...

domingo, 8 de janeiro de 2012

Conferência Nacional do CNRT - 2º dia

Ao fim da tarde do segundo dia dos trabalhos da Conferência Nacional, será apresentado o perfil do candidato a Presidente da República nas eleições presidenciais de março 2012: candidatura independente, isto é, não apresentada por qualquer partido político.

O factor Ruak está presente nesta reunião magna (entre congressos) do CNRT. Aguardemos.

Conferência Nacional do CNRT - 1º dia

Foram apresentadas, no primeiro dia dos trabalhos da Conferência Nacional, as grandes linhas do Programa do Governo para 2012-2017; e foram apresentados e discutidos também os critérios para a nomeação de candidatos a deputados nas legislativas de 2012.

terça-feira, 3 de maio de 2011

4º dia do 2º Congresso do CNRT (7)

Deliberações importantes saídas do 2º Congresso do CNRT:
Nas eleições legislativas de 2012: i) conseguir maioria absoluta nas votações; ii) conseguir 45 ou mais de assentos no Parlamento Nacional.

Nas eleições presidenciais de 2012: Convocar, em Setembro ou Outubro, uma Conferência Nacional ou um Congresso Extraordinário para analisar e decidir sobre as eleições presidenciais.