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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Suspensão do modelo da avaliação dos professores

O Tribunal Constitucional declarou inconstitucional a revogação pelo Parlamento da ADD!

... mas não desanimemos. A "inconstitucionalidade" deveu-se apenas a um aspecto formal, mas a a reprovação política por todos os deputados da Assembleia da República, excepto os do PS e Pacheco Pereira, deste modelo canhestro da ADD mantém-se. Tenhamos esperança no próximo parlamento saído das eleições de 5 de Junho.

O "animal feroz" foi obrigado a amansar-se

O pior primeiro-ministro desde o 25 de Abril, José Sócrates, demitiu-se. Arrogante, prepotente e incompetente: arruinou o país, afrontou injustamente várias classes profissionais (polícias e militares, médicos e enfermeiros, juízes e professores e toda a classe de funcionalismo público). Congelou carreiras e salários, havendo servidores do Estado que se encontram posicionados no mesmo escalão há oito ou mais anos. Submeteu os professores a tratos de polé, começando, numa primeira fase, 2005, com Maria de Lurdes Rodrigues, a denegrir os professores nos meios de comunicação social, como sendo uma classe de mandriões, absentistas, a fim de ganhar simpatia junto dos pais e encarregados da educação e da população em geral para preparar terreno para congelar salário e carreira e impor a famigerada ADD1 e ADD2, sendo esta última versão, finalmente, lançada pela borda fora, ontem, 24/03, pelos deputados, ao aprovar a proposta do Projecto de Lei nº 575/XI do Grupo Parlamentar do PSD e a propos…

20 de Abril: consulta sindical

Decorreu, hoje, na minha escola, uma reunião sindical para auscultar a opinião dos professores sobre novas formas de luta, no terceiro período, para continuar a pressionar o governo socialista a fim de acabar com a actual divisão da carreira docente em duas categorias e negociar um outro modelo de avaliação e de Estrutura da Carreira Docente.

Os professores são de opinião que se deve intensificar a luta neste último trimestre, tanto mais que se avizinham três eleições (europeias, autárquicas e legislativas), a fim de passar uma mensagem clara à opinião pública da destruição da Escola Pública por esta equipa do Ministério da Educação para que esta nossa luta tenha reflexo no resultado nos próximos três actos eleitorais. Porque uma maioria relativa parlamentar a sustentar um próximo governo já não terá a veleidade de impor políticas educativas sem negociar com outros partidos (oposição incluída) e com os sindicatos dos professores. Pois, o que se tem verificado é que a actual maioria abs…

Objectivos Individuais: mais uma 'pérola' do ME

Caça à 'pérola' numa página da DGRHE

“Como devem as direcções executivas fixar os objectivos individuais nas situações em que o avaliado não os tenha proposto?

3 de Março de 2009
objectivos individuais / director

Nas situações em que o avaliado se demite do cumprimento do direito-dever de propor os objectivos individuais, pode o avaliador decidir suprir essa falta.

Ao fixar os objectivos individuais é necessário ter em conta o seguinte:

- os objectivos individuais são definidos tendo por referência o projecto educativo e o plano anual de actividades da escola;

- os objectivos individuais representam o contributo de cada docente para o cumprimento das metas estabelecidas para escola, sendo por isso definidos individualmente;

- os objectivos individuais devem ser suficientemente claros e precisos, de forma a poder ser aferido o seu grau de cumprimento;

- os objectivos devem ser comunicados individualmente aos avaliados, não havendo, nesta situação, necessidade de acordo.”

Encontraram a &#…

Estou de volta!

Tenho estado fora das várias discussões sobre algumas temáticas 'quentes' relacionadas com Timor-Leste, não por vontade deliberada de me colocar fora do 'debate', mas por motivo outro - igualmente importante para a cidadania, liberdade e democracia em qualquer país do mundo - que é a actual luta dos professores contra a tirania, a prepotência e a mesquinhez de quem nos governa, neste momento. Posso estar a correr o risco de sofrer represálias por desobediência a leis erradas, a leis ilegais e a leis inconstitucionais por não entregar, como professor, os chamados "Objectivos Individuais", cuja obrigatoriedade nada consta em nenhuma legislação aplicável que rege o ensino e a educação em Portugal. Posso também vir a correr o risco de sofrer o "mobbing" (o 'bullying' no ambiente laboral)... Mas não importa! Sei que a razão está do lado dos professores... Sou mais de quebrar que vergar... quando a razão me assiste.

Passando a minha outra frente de…

Uma carta aberta

«É com escolas como esta que retomo o orgulho de sempre em ser professor depois de o ter perdido como português ... deste cada vez mais desgraçado Portugal.

OBRIGADO, Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima de Esgueira (Aveiro).

DIVULGA!»

Ex.mo Sr. Director Geral dos Recursos Humanos da Educação

Relativamente ao vosso documento “Esclarecimentos solicitados pelas escolas – Fixação de objectivos individuais” emanado pela DGRHE na segunda-feira, dia 9 de Fevereiro, os professores da Escola Secundária c/ 3º CEB Dr. Jaime Magalhães Lima vêm tecer as seguintes apreciações:

Em primeiro lugar todo e qualquer documento legal carece de assinatura individualizada e nominal do responsável, ou responsáveis, pela procedência do mesmo, sob pena de o seu valor tornar-se legalmente incipiente, o que acontece com a vossa missiva informativa, pois no final da redacção apenas aparece “A DGRHE – Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação”, a qual é tão-somente uma instituição colectiva, mas abstracta, …

Os comissários políticos nas escolas

Um comentário relativo à postagem «Balanços só final do dia», no blogue A Educação do meu Umbigo

Anónimo disse:
Janeiro 24, 2009 at 1:36 pm
Com a legislação sobre Gestão das Escolas (autarquias, etc), o objectivo é introduzir todo o tipo de corrupção dentro das Escolas.

A luta dos Professores não será, afinal, a luta para que os deixem ser, simplesmente, Professores?

O sector da Educação, em Portugal, está organizado em serviços governamentais, sediados na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, que definem as políticas de cada Governo da República para o sector; serviços centrais, sediados na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, que definem ou redefinem as orientações de política educativa, emanadas dos serviços governamentais, e que destes dependem politicamente; serviços regionais, organizados em cinco direcções regionais, que executam as políticas emanadas dos serviços governamentais e centrais, que dependem politicamente da equipa do governo para o sector.

As Escolas ou Agrupamentos de Escolas são…

Governo PS dos Açores suspendeu a ADD!!

O governo do Partido Socialista dos Açores suspendeu o modelo de avaliação do desempenho de professores imposto pela equipa da ministra Maria de Lurdes Rodrigues, substituindo-o por um modelo simplificado de avaliação. Mais: vai 'reconstruir' a carreira dos docentes contando também para a progressão da carreira os dois anos e quatro meses congelados pela 'reforma' do PM Sócrates..
A questão que se impõe agora é a seguinte: A República Portuguesa é ou não um Estado Unitário?!

Amanhã, 19/09: GREVE NACIONAL DE PROFESSORES

LUTAR É AGORA!!

Caros colegas:

No rescaldo da "Jornada Nacional de Reflexão", muitas escolas ainda não nos fizeram chegar qualquer informação sobre as respectivas reuniões. Percebemos que muitos colegas andem confusos sobre os seus reais deveres e quais as consequências exactas da não entrega ou da não reformulação dos Objectivos Individuais. Sobre esta questão recomenda-se a leitura do texto "Av. Des.:Que obrigações para os professores", no site da FENPROF [www.fenprof.pt].

Relembramos que, nesta fase, suspender o processo, significa apenas não entregar os O.I.Esta posição é individual, de acordo com a consciência de cada um e sem riscos. Ela deve, no entanto, ser assumida pelos profs de cada Escola como posição colectiva. Se o for, por larga maioria, deve ser assumida de forma pública (com um texto) e comunicada superiormente: evitará assim, até da parte do PCE, eventuais pequenas "perseguições" individuais.

*Não deverá haver lugar a declarações individuais…

23/01: o modelo ADD do ME pode vir a ser suspenso!

Paulo Portas - no seu discurso de encerramento do Congresso do CDS-PP - solicitou ao Secretário-geral do Partido Socialista José Sócrates para conceder liberdade de voto aos deputados da bancada do PS na votação da proposta do seu partido do diploma de um novo modelo de avaliação do desempenho docente agendada para dia 23/01, 6ª feira.

Professores-deputados do PS vão quebrar a disciplina de voto!

Já circulam na blogosfera (e nos mails trocados entre profs) rumores que os professores-deputados da bancada do Partido Socialista vão votar favoravelmente, dia 23/01, o diploma do CDS-PP que propõe um modelo simplificado de avaliação dos docentes, isto é, vão votar a favor da suspensão do actual modelo de ADD do Ministério da Educação.

Visitando outro blogue (17)

Pregos imorais no caixão português

Transcrevi - para partilhar convosco um ponto de vista interessante sobre a perseguição tenaz e cega da ministra aos professores - o parágrafo 5 do comentário «Pregos imorais no caixão português» (12/01/2009), do blogue PALAVROSSAVRVS REX, relativo a sanha do ME em descaracterizar e destruir a profissão docente e a escola pública.

«5. Para que se possa distribuir ainda mais benesses, sinecuras e reformas milionárias aos amigos do pito é que se faz uma feroz perseguição a uma classe profissional cara aos cofres destinadinhos do Estado, daí que os professores vão resistindo e reorganizando: realizam amanhã nas escolas uma "jornada de reflexão e luta" em torno da avaliação e a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), discutindo ainda formas de dar continuidade aos protestos contra a política-Fax do Governo para a Educação, cheia de violências intoleráveis e espiritualmente tóxicas. A iniciativa foi agendada pela Plataforma Sindical de Prof…

Reacção à promulgação do "Simplex 2"

Professores: Belém recebe mal a reacção do Governo

CAVACO Silva não gostou da forma como o Governo de José Sócrates se aproveitou, esta semana, da promulgação presidencial do decreto regulamentar que simplifica a avaliação dos professores [decreto regulamentar nº 1-A/2009, que vai ser publicado, amanhã, 5/01, no DR], procurando co-responsabilizar a Presidência da República nesta matéria.

«Foi muito mal recebida a utilização feita pelo Governo do acto de promulgação de um diploma de carácter meramente regulamentar e transitório referente à simplificação da avaliação dos professores», revelou ao SOL fonte de Belém, considerando que se trata «de um acto de rotina que não envolve qualquer novidade política».

O Secretário de Estado adjunto da Educação, Jorge Pedreira, congratulou-se com a promulgação, poucas horas antes da mensagem presidencial de Ano Novo, afirmando que «vai permitir resolver os problemas identificados por professores nas escola.»

SOL, última página, 3/01/2009

Ano dos professores

O ano de 2008 foi o ano dos professores em Portugal. As suas tarefas aumentam todos os dias. Dão aulas, organizam a sua escola, abrem-na ao meio, dialogam com os pais, guardam as crianças durante o horário laboral em crescendo, tentam disciplinar os jovens numa sociedade opulenta de casos de vigarice económica e de violência. Além disso, têm de perceber a psicologia do aluno e até distinguir, num ápice, se uma pistola apontada à cabeça, na aula, é verdadeira ou falsa. Reparem que nem falo do estatuto da carreira ou da avaliação. Estes foram porém os temas que encheram as ruas e esvaziaram as escolas em 2008. Este ano foi o ano em que o Estado se distanciou dos professores da escola pública e a Igreja Católica se aproximou deles. Assim começam as novas eras.
JOSÉ MEDEIROS FERREIRA, professor universitário
in Correio da Manhã, 28/12/2008

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Desfiguração da profissão docente e processo de construção da escola da Dona Margarida

1. No consulado de Sócrates e MLR intensificou-se o processo de mercadorização da educação, com o argumento de que os professores e as escolas públicas estavam a deixar para trás um número demasiado grande de crianças. Em 2005, logo que Jorge Sampaio regressou da Finlândia, e com ele uma comitiva de professores e opinion makers socialistas, MLR lançou uma campanha contra os professores centrada no absentismo docente, nas taxas de insucesso e abandono e na carga horária lectiva. Tenho para mim, embora sem dados comprovativos, de que Jorge Sampaio exerceu um papel importante na campanha. E voltaria a exercer papel importante na viagem que fez ao Chile e de onde o think tank de apoio a MLR trouxe o modelo burocrático de avaliação de desempenho.

2. Imposta à opinião pública a ideia falsa de que os professores faltavam muito, de que trabalhavam pouco e de que eram os responsáveis pelas taxas de abandono e …

Afinal o tamanho conta para...

Logo após a reunião com a Plataforma Sindical, a Ministra da Educação afirmou aos jornalistas que a proposta de modelo transitório de Avaliação do Desempenho Docente para este ano lectivo apresentado, em sede de negociação, pela Plataforma Sindical só "cabia numa folha A4". Por isso, nem valia à pena discuti-la...

A Avaliação no programa " Prós e Contras" da RTP1

O Secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira, afirmou esta noite no programa "Prós e Contras" da RTP1 que o Ministério da Educação vai ouvir e discutir a proposta do modelo da avaliação do desempenho docente a apresentar, na 6ª feira, pela Plataforma de Sindicatos.

Surpreendeu-me pela positiva, neste programa, a intervenção do representante da CONFAP: o sr. Albino afirmou que se deve repensar este modelo de avaliação porque 'está parado', acrescentando que nem valia a pena falar da sua suspensão porque este 'modelo' do ME está efectivamente parado.