O Governador de um Estado federal brasileiro proibiu, em decreto, o uso do gerúndio porque esta forma verbal favorece a preguiça e a ineficiência, pois a acção (a tarefa) nunca é concluída. A Sua Excelência chegou a esta conclusão porque constatou que os funcionários estaduais empregavam em demasia a forma verbal gerúndio nos relatórios apresentados, e que este facto é verificável na realidade, isto é, coincidia com a falta de produtividade dos brasileiros.
Paulo Portas - no seu discurso de encerramento do Congresso do CDS-PP - solicitou ao Secretário-geral do Partido Socialista José Sócrates para conceder liberdade de voto aos deputados da bancada do PS na votação da proposta do seu partido do diploma de um novo modelo de avaliação do desempenho docente agendada para dia 23/01, 6ª feira.
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