Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Sindicalismo

O desepero do 'animal feroz'

"Farei tudo ao meu alcance para restaurar a confiança com os professores." (Sócrates, RTP1-1/9) A 27 de Setembro, os prof vão lançar o 'menino de oiro' pela borda fora. Os professores, magistrados, médicos, enfermeiros, polícias, militares e funcionários públicos e seus familiares não vão esquecer, a 27 de Setembro, o trato de polé a que foram sujeitos por esta governação socratinesca durante estes quatro anos. Votemos à direita ou à esquerda, mas nunca no PS de Sócrates.

Sou prof. Não voto PS

Recebido por mail. O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI. Para o caso de ainda teres alguma dúvida. Assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A/2008, de 27 de Fevereiro. Sr. Primeiro Ministro É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar publicamente os funcionários públicos, de fazer tudo para colocar a população contra nós, de alterar os direitos adquiridos para a aposentação, nem de aprovar o novo regime de Vínculos Carreiras e Remunerações que acaba com as carreiras, as garantias que tínhamos e os direitos adquiridos que tínhamos , que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação. Não tinha procedido a despedimentos, para de seguida contratar novos colegas, com quem simpatiza mais. Não tinha criado o SIADAP desta forma, para promover e contemplar quem dá graxa aos chefes, e impedido a carreira a quase todos os funcionários. Não chega uma vida inteira para chegar ao meio...

A LUTA CONTINUA (1)

Começou oficialmente a campanha eleitoral dos professores contra o PS

Recebi este texto via e-correio (e-mail) e transcrevi-o neste blogue para partilhar convoco. A DERROTA DAS MAIORIAS O governo governa com a maioria e não com as manifestações da Rua, diz o Sr. Primeiro Ministro. É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar os professores, nem de aprovar o novo estatuto da carreira docente, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação. Já foi votada no Parlamento por três vezes a suspensão do novo estatuto da carreira docente e das três o PS votou contra suspensão. As maiorias só favorecem os poderosos, as classes trabalhadoras que produzem riqueza saem sempre a perder. É fácil para quem tem vencimentos chorudos vir à televisão pedir para que apertemos o cinto. Colegas, chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% do votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover esta enorme afronta aos professores. Somos 150....

Moção de censura nas ruas de Lisboa contra o governo PS

200 mil trabalhadores manifestaram-se, hoje, em Lisboa, contra a política de trabalho do governo socialista. E a reacção do Primeiro-ministro Sócrates foi que os 200 mil contra a sua política impressiona-o tanto como um único trabalhador a manifestar-se contra. Esta é a segunda maior manifestação (a 1ª foi a dos professores em 8/03) contra o autismo, como alguns afirmam, da política deste governo do PS. 200 mil na rua é uma autêntica moção de censura ao governo socratiano.

Greve dos trabalhadores não docentes

Contra a precariedade laboral e municipalização dos estabelecimentos de ensino Trabalhadores não docentes em greve manifestam-se frente ao Ministério 21.05.2008 - 17h04 Lusa Mais de 3.000 trabalhadores não docentes das escolas básicas e secundárias de todo o país que aderiram à greve de hoje estão a manifestar-se contra a sua situação laboral precária, à porta do Ministério da Educação em Lisboa. Estes números são adiantados por Natália Carvalho, responsável pela área da Educação da Federação dos Sindicatos da Função Pública, que se encontra na manifestação. Segundo a sindicalista, os números obtidos através dos agentes da polícia que se encontram no local, são reveladores dos 60 a 65 por cento de adesão à greve. Natália Carvalho afirmou também que há mais escolas a paralisar ao longo do dia. Segundo fonte do Ministério da Educação (ME) apenas três por cento das escolas paralisaram e houve cerca de 18 por cento de faltas de trabalhadores que, segundo a mesma fonte, "não serão toda...

Avaliação de professores: Fenprof denuncia

Questão vai ser apresentada à tutela na sexta-feira Fenprof: Algumas escolas continuam a observar aulas e a realizar entrevistas na avaliação de professores 21.05.2008 - 17h17 Lusa Algumas escolas estão a observar aulas e a realizar entrevistas no âmbito da avaliação de desempenho docente, procedimentos excluídos este ano lectivo depois do entendimento alcançado entre sindicatos e Governo, segundo a Federação Nacional dos Professores (Fenprof). Esta é uma das questões que a Fenprof vai apresentar à tutela sexta-feira, na segunda reunião da comissão paritária de acompanhamento do processo de avaliação de desempenho, na sede do Conselho Nacional de Educação, em Lisboa. Segundo o acordo assinado a 17 de Abril entre a Plataforma Sindical e o Ministério da Educação (ME), a avaliação avança este ano lectivo para os docentes contratados e dos quadros em condições de progredir, tendo em conta apenas quatro critérios, que serão aplicados de forma universal. A ficha de auto-avaliação, a assiduid...

Desempenho das escolas vai beneficiar professores

PEDRO SOUSA TAVARES Quotas de Excelente e Muito Bom irão variar entre estabelecimentos O resultado da avaliação externa das escolas, que o Ministério da Educação está a conduzir, vai ter consequências na carreira dos professores que ali leccionam. Isto porque, segundo anunciou ontem o secretário de Estado adjunto da Educação, Jorge Pedreira, os estabelecimentos que registem melhores desempenhos serão discriminados positivamente na percentagem de classificações de "Excelente" e "Muito Bom" que poderão dar aos seus docentes, sendo que estas notas permitem progredir mais rapidamente na carreira. A revelação de Jorge Pedreira surgiu no final da primeira reunião da comissão paritária de acompanhamento do processo de avaliação, que inclui o Ministério e representantes de doze estruturas sindicais. O secretário de Estado explicou que as quotas para atribuição das melhores notas serão "muito aproximadas" das que se aplicam na generalidade da administração pública....

Aprovado diploma de avaliação de professores

O Governo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, o novo decreto sobre avaliação de professores, que consagra o entendimento assinado quinta-feira passada entre o Ministério da Educação e sindicatos de professores. O novo sistema entrará em vigor, ainda este ano lectivo, para cerca de 7 mil professores. O novo decreto não revoga o antigo, mas introduz normas transitórias, na sequência do entendimento entre as duas partes. A avaliação docente, simplificada e aplicada de forma universal, terá em conta quatro factores: ficha de auto-avaliação, assiduidade, cumprimento do serviço distribuído e participação em acções de formação. Quanto às classificações, “regular” e “insuficiente” terão de ser confirmadas em nova avaliação no ano lectivo seguinte. O decreto irá ainda criar uma comissão paritária, formada pela administração educativa e um representante de cada estrutura sindical, que irá supervisionar a aplicação do decreto e formular possíveis alterações. Correia da Manhã, 24/...

A 'rendição' da ministra Rodrigues

Editorial do jornal Expresso Acordo para uns, entendimento para outros, o que a ministra da Educação assinou foi uma rendição. Se a ideia era recuar, já o devia ter feito há muito tempo. Rendida à força da rua Sabem os estrategos militares, e até os jogadores de xadrez, que quando se avança para um conflito se tem de saber duas coisas essenciais: primeiro, os objectivos da investida; depois, como e para onde se recua caso o avanço corra mal. Maria de Lurdes Rodrigues nunca deixou muito claro até onde queria ir, o que se pode compreender. Incompreensível é perceber-se - agora que assinou um acordo com os sindicatos - que também não sabia para onde recuar, uma vez que tudo ficou mais ou menos como antes da 'guerra'. Ou pior ainda, tendo em conta que, dentro de um ano, se a ministra persistir na sua ideia (certa e justa) de avaliação, tudo estará no mesmo patamar em que estava antes da 'guerra' começar. O que resulta da cerimónia de assinaturas na passada quinta-feira mo...

Resultado da consulta aos professores

Decorreram, ontem, 3ª feira, consultas, em todas as escolas do país, aos professores sobre a sua opinião relativa ao entendimento da Plataforma Sindical com o Ministério da Educação, tendo perto de 90 por cento dos docentes apoiado o acordo saído nesta última negociação da Plataforma com o ME, na 6ª feira.

Ainda a avaliação do desempenho docente

Sindicatos e Ministério da Educação chegaram a acordo Depois de mais de sete horas de negociações, o Ministério da Educação e os sindicatos chegaram a acordo. Maria de Lurdes Rodrigues sublinhou a "aproximação" e a plataforma sindical fala em "grande vitória dos professores". Este ano lectivo, a avaliação de desempenho terá apenas em conta quatro parâmetros, aplicados de igual forma em todas as escolas. De acordo com um documento distribuído no final da reunião, a ficha de auto-avaliação, a assiduidade, o cumprimento do serviço distribuído e a participação em acções de formação contínua, quando obrigatória, serão os únicos critérios a ter em conta. Estes quatro parâmetros integram o regime simplificado da avaliação de desempenho a desenvolver este ano lectivo, sendo aplicados a todos os professores contratados e aos dos quadros em condições de progredir na carreira, num total de sete mil docentes. "Para efeitos de classificação, quando esta tenha lugar em 200...

Decisão do TC sobre concurso à professor titular

TC considera inconstitucional norma que impediu concurso a professor titular em caso de doença O Tribunal Constitucional (TC) declarou inconstitucional a norma que impediu os docentes em situação de dispensa total ou parcial da componente lectiva, mesmo por motivos de doença, de concorrer a professor titular. O acórdão n.º 184/2008 do TC declara «a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral», da norma do artigo 15.º, n.º 5, alínea c) do Decreto-Lei n.º 15/2007 por considerar que viola o direito constitucional à protecção da saúde ao estabelecer que na altura do concurso só poderiam concorrer docentes em prestação efectiva de funções, desconsiderando, por exemplo, professores que se encontrassem na altura doentes. O Decreto-Lei n.º 15/2007 estabelece o estatuto da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário, bem como o regime jurídico da formação contínua de professores. «Como se se tratou de um concurso extraordinário e irrepetível, re...