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Mais 140 militares a caminho de Timor

O grupo está enquadrado nas forças das Nações Unidas. É o sexto contingente português da GNR que viaja para Timor. O grupo de militares está enquadrado nas forças das Nações Unidas e tem como missão garantir a segurança no território, preparar as forças polícias de Timor e fazer protecção a ramos horta, presidente de Timor-leste. Antes do embarque e ainda junto das famílias as emoções misturavam-se. O ministro da administração interna, também esteve no aeroporto e acompanhou os últimos preparativos da comitiva portuguesa. A missão das Nações Unidas em Timor termina em 2009 mas Rui Pereira não fecha a porta a continuação da presença portuguesa no território. Para já, os militares da GNR vão estar em Timor até Janeiro de 2009. Desde 2007 que Portugal, integrado em missões da Nações Unidas, tem participado com militares na ajuda a Manutencao de paz e ao desenvolvimento de Timor-leste. TVI (30-07-2008)

Portugal reafirma disposição para manter policiais no Timor

Lisboa, 30 jul (Lusa) - O ministro português da Administração Interna, Rui Pereira, reafirmou nesta quarta-feira disponibilidade para manter a cooperação portuguesa com o Timor Leste após o fim da missão das Nações Unidas no país, previsto para 2009. "O primeiro-ministro mostrou-se receptivo à continuidade [da cooperação], mas naturalmente uma avaliação mais precisa terá que ser feita em fevereiro de 2009, quando vamos ver se as Nações Unidas se mantêm", frisou. Rui Pereira assistiu nesta quarta-feira à partida de 125 oficiais da Guarda Nacional Republicana (GNR) para o Timor Leste. Os militares vão juntar-se a outros 15 que estão na capital timorense há duas semanas, enquadrados nas forças das Nações Unidas. "Tive oportunidade de me deslocar ao Timor no ano passado e vi quão apreciada é a ação da GNR no Timor. Direi mesmo que é um papel decisivo para manter a estabilidade e a segurança naquele país-irmão da lusofonia”, disse Rui Pereira. Segundo o ministro, os 140 milit...

Ramos Horta na RTP 1

Ramos Horta disse no encontro com o Primeiro-ministro português, José Sócrates, que queria a GNR em Timor, mesmo fora do quadro das Nações Unidas, para formar os polícias timorenses e também para ajudá-los na "manutenção da lei e ordem" no país. Trocando por miúdos: o Presidente Ramos Horta é de opinião que a GNR deve permanecer em Timor o tempo que for necessário mesmo após o término da actual missão das Nações Unidas, sendo parte das despesas suportadas por Timor.