Mari Alkatiri, líder do principal partido da oposição de Timor-Leste, critica o Governo liderado por Xanana Gusmão e deixa dúvidas sobre as investigações aos atentados de 11 de Fevereiro. A Fretilin continua a exigir eleições antecipadas em 2009 para acabar com o que diz ser um Governo sem capacidade nem legitimidade. Mari Alkatiri, entrevistado pela enviada especial da Renascença a Timor, diz que antes daquela data não quer um escrutínio, pois prefere “dar mais tempo a este Governo para se enterrar”. Alkatiri diz querer “pôr fim a este ciclo de violência” e que tudo quanto fizer “será para conseguir consensos e entendimentos”. Na sua opinião, o maior problema do país não são os deslocados, mas a crise governativa, uma crise que, admite, poderá estar na base dos atentados. Contudo, essa conclusão só poderá ser tirada após uma investigação profunda ao sucedido, o que, acusa, não parece ser do interesse do executivo. “Até agora, o Governo faz tábua rasa a uma resolução que pede a criação...
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