quinta-feira, 31 de julho de 2008

Afinal o que é que se passa no Timor Lorosae Nação?

Eu não estou a ter visões e nunca tive alucinações.

O Timor Lorosae Nação tinha fechado as portas esta tarde, como afirmei na postagem anterior, mas para meu espanto reabriu por volta das 20:30.

Contudo, adoptaram a política de lápis azul, vulgo censura: foram apagadas caixas inteiras de comentários, como a da postagem «Ressonâncias e delírios de manicómio», de 31/7.

Arrependeram-se os donos da Fábrica de Blogues?

Saúdo a reabertura do
www.timorlorosaenacao.blogspot.com

Será este o comentário que obrigou o fecho de Timor Lorosae Nação?


Esta que eu vou dizer é notícia: o Timor Lorosae Nação fechou as portas, esta tarde, enquanto estava a visitá-lo. A partir de agora só é permitido visita a convidados.

É uma pena os donos do blogue fecharem-no a participação livre de timorenses e amigos de Timor interessados pela política timorense, privando assim a umas centenas se não milhares de visitantes assíduos de um ponto de encontro em que se transformou com o tempo, até esta tarde, este fórum de discussão - o Timor Lorosae Nação.

Desde ontem que tem havido uma boa e esclarecedora discussão à volta de identidade de alguns comentaristas e dono do blogue Timor Online apoiantes de Mari Alkatiri e da Fretilin Maputo. Esta discusão foi provocada por um comentário de Loromatan Leno (L2) colocada em várias caixas de comentário nos últimos dois dias (30 e 31/7).

Tomei a liberdade de copiar neste blogue o referido texto para partilhar convosco. Leiam e tirem as vossas próprias conclusões.
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Anónimo disse...

Os Portugueses que participaram na Conspiração Contra Xanana Gusmão (XG)

António Veladas:

Antigo correspondente da RDP Antena1 em Díli, co-fundador da Semanário (http://www.semanario.tp/), titular de Passaporte Diplomático de Timor-Leste em representação de Timor-Leste junto China-Lusófona, em Macau.

Actividade económica e negócios:

António Veladas, mais conhecido como correspondente da RDP Antena1 em Timor-Leste. Além desenvolver o trabalho como jornalista, mas ele [tem] também interesse em negócios, iniciou com a fundação do «Semanário» e depois posteriormente convenceu as autoridades timorenses Mari Alkatiri, como PM, e Ramos Horta, como MNEC, [a conceder-lhe] obter passaporte diplomático de Timor-Leste para representar Timor-Leste em Macau, junto da cooperação económica China-Lusófona. Depois de crise de 2006, António Veladas e os seus grupos conspiradores permanecem em actividade, porque ninguém descobriu as personagens verdadeiras da Margarida e Malae Azul. Quando o Presidente da República, José Ramos Horta, convidou a AMP (Aliança para Maioria Parlamentar) para formar IV Governo Constitucional, António Veladas - e os seu grupos dos conspiradores - começou [a ver] a sua vida ameaçada e posta em causa os seus negócios, porque [só] o único governo liderado por Mari Alkatiri e a Fretilin podem garantir a [sua]permanência como representante de Timor-Leste junto da cooperação económica China-Lusófona.

Neste momento, António Veledas encontra-se em Évora a sua terra Natal, fundou novamente um semanário local e desenvolver os negócios em Angola.


Carlos Noronha (Margarida):

Trabalhava no Parlamento como cooperante do Governo Português. Foi ele que criou o site do Parlamento Nacional (http://www.easttimor.parliament.org/). Trabalhou para uma Organização Não Governamental Australiana. Co-fundador do Semanário (http://www.semanario.tp/).


Ele partilha com a mulher o código «Margarida», a mulher era professora da língua inglesa, era professora no World Street Institut (WSI) em Portugal, todos os documentos traduzidos em Inglês para Português, antes de publicar a revisão dos textos [feita] por António Veladas, Nuno Franco e o próprio Carlos Noronha, e são [também] os redactores.

Nuno Franco (Malae Azul) :

Conjuntamente com António Veladas e Carlos Noronha fundaram o Semanário (http://www.semanario.tp/). Nuno fez uma cobertura de madrugada em Lisboa sobre atentado 11/02 para TV SIC.


Colaboradores:

Outra Portuguesa que trabalhava para empresa da Água (H20) e depois ingressou [trabalhou] no gabinete dos antigos PM, Mari Alkatiri e Estanislau da Silva. Pode ser Maria Amado! Furak Lahane, esposa do Somotxo (antigo conselheiro do Konis Santana), antigo Vice-Ministro do Interior do II e III Governo Constitucional.

Entre outros…


Ligação:

Departamento da Propaganda da Fretilin…

Instrumentos:

Timor-Online (http://www.timor-online.blogspot.com/)


Timor Leste Nação (TLN) (http://www.timorlestenacao.blogspot.com/)

Meios de comunicação sofisticados:

Gravar as conversas

Intersectar as mensagens

Objectivo:

Xanana Gusmão e crise de 2006:


Transformar Xanana como autor da crise politica e militar em 2006.

Xanana Gusmão e atentado 11/02:

Transformar Xanana como autor do atentado 11/02, de qual ele próprio foi alvo de ataques.

Xanana Gusmão pró-Austrália e contra Portugal/CPLP:

Transformar Xanana como segue política de pró-Austrália e anti-Portugal/CPLP.

Mari Alkatiri: vitimas da crise e atentado 11/02:

Transformar Mari Alkatiri como vítima da crise de 2006 e atentado 11/02.

Mari Alkatiri-Pro Portugal/CPLP e anti-Austrália:

Transformar Mari Alkatiri como [alguém que] desenvolve política mais próxima e pró-Portugal/CPLP e anti-Austrália.

Público alvo:

Portugal

Opinião pública em geral, media, fazedores das opiniões e classe política.

CPLP

Outro alvo a atingir é como transformar a opinião pública da CPLP [para acreditar que] Mari Alkatiri é o único que pode garantir o interesse da CPLP e com Xanana os interesses da CPLP esta ameaçado.


Loromatan Leno (L2)
31 de Julho de 2008 8:48

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Mais 140 militares a caminho de Timor

O grupo está enquadrado nas forças das Nações Unidas.

É o sexto contingente português da GNR que viaja para Timor. O grupo de militares está enquadrado nas forças das Nações Unidas e tem como missão garantir a segurança no território, preparar as forças polícias de Timor e fazer protecção a ramos horta, presidente de Timor-leste. Antes do embarque e ainda junto das famílias as emoções misturavam-se.

O ministro da administração interna, também esteve no aeroporto e acompanhou os últimos preparativos da comitiva portuguesa. A missão das Nações Unidas em Timor termina em 2009 mas Rui Pereira não fecha a porta a continuação da presença portuguesa no território.

Para já, os militares da GNR vão estar em Timor até Janeiro de 2009. Desde 2007 que Portugal, integrado em missões da Nações Unidas, tem participado com militares na ajuda a Manutencao de paz e ao desenvolvimento de Timor-leste.

TVI (30-07-2008)


Portugal reafirma disposição para manter policiais no Timor

Lisboa, 30 jul (Lusa) - O ministro português da Administração Interna, Rui Pereira, reafirmou nesta quarta-feira disponibilidade para manter a cooperação portuguesa com o Timor Leste após o fim da missão das Nações Unidas no país, previsto para 2009.

"O primeiro-ministro mostrou-se receptivo à continuidade [da cooperação], mas naturalmente uma avaliação mais precisa terá que ser feita em fevereiro de 2009, quando vamos ver se as Nações Unidas se mantêm", frisou.

Rui Pereira assistiu nesta quarta-feira à partida de 125 oficiais da Guarda Nacional Republicana (GNR) para o Timor Leste. Os militares vão juntar-se a outros 15 que estão na capital timorense há duas semanas, enquadrados nas forças das Nações Unidas.

"Tive oportunidade de me deslocar ao Timor no ano passado e vi quão apreciada é a ação da GNR no Timor. Direi mesmo que é um papel decisivo para manter a estabilidade e a segurança naquele país-irmão da lusofonia”, disse Rui Pereira.

Segundo o ministro, os 140 militares da GNR vão "continuar assegurando missões de ordem pública, de operações especiais de desativação de explosivos, de coordenação e de investigação criminal”.

O porta-voz da GNR, o tenente-coronel Costa Lima, declarou à Agência Lusa que o contingente da GNR também vai atuar na preparação da polícia timorense e na proteção do presidente José Ramos-Horta.

Durante os preparativos para a despedida, o ministro Rui Pereira elogiou o trabalho da GNR.

"Quero reiterar a confiança que o governo português deposita na Guarda Nacional Republicana, que tem elevado bem alto o nome de Portugal nestas missões no estrangeiro, não apenas no Timor, onde tem um papel definitivo, mas noutras partes do mundo, como também na Bósnia".

Lusa (Brasil)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ramos Horta na RTP 1

Ramos Horta disse no encontro com o Primeiro-ministro português, José Sócrates, que queria a GNR em Timor, mesmo fora do quadro das Nações Unidas, para formar os polícias timorenses e também para ajudá-los na "manutenção da lei e ordem" no país. Trocando por miúdos: o Presidente Ramos Horta é de opinião que a GNR deve permanecer em Timor o tempo que for necessário mesmo após o término da actual missão das Nações Unidas, sendo parte das despesas suportadas por Timor.

Acordo Ortográfico: Reforma reforça papel de referência da língua portuguesa - Seixas da Costa

São Paulo, Brasil, 28 Jul (Lusa) - A reforma ortográfica e a promoção internacional do idioma vão reforçar o papel de referência da língua portuguesa, declarou hoje o embaixador de Portugal em Brasília.

Numa artigo publicado no jornal O Globo, Francisco Seixas da Costa salientou a importância da uniformização da ortografia do idioma "de modo a poder prestigiar-se como uma língua internacional de referência".

"Provavelmente nunca chegaremos a uma língua portuguesa que seja escrita de um modo exactamente igual por todos quantos a falam de formas bem diferentes", observou, mas "o acordo ortográfico que está em curso de aplicação pode ajudar muito a evitar que a grafia da língua portuguesa se vá afastando cada vez mais".-

Intitulado "A língua do mar", o artigo realçou o facto de a Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizada na semana passada em Lisboa, ter tido "o tema da língua no centro da sua agenda".

"O português é, sem sombra de dúvida, uma das quatro grandes línguas de cultura do mundo, não obstante outras poderem ter mais falantes", assinalou.

"Nessa língua se exprimem civilizações muito diferentes, da África a Timor, da América à Europa - sem contar com milhões de pessoas em diversas comunidades espalhadas pelo mundo", frisou.

Para o diplomata, "a língua portuguesa não é propriedade de nenhum país, é de quem nela se exprime, não assenta hoje - nem assentará nunca - em normas fonéticas ou sintácticas únicas, da mesma maneira que as palavras usadas pelos falantes em cada país constituem um imenso e inesgotável manancial de termos, com origens muito diversas, que só o tempo e as trocas culturais podem ajudar a serem conhecidos melhor por todos".

O embaixador português avançou que o acordo ortográfico foi assinado em 1990, com entrada em vigor a 01 de Janeiro de 1994, desde que fosse ratificado pelos membros da CPLP.

"Quero aproveitar para sublinhar uma realidade muitas vezes escamoteada: Portugal foi o primeiro país a ratificar o acordo ortográfico, logo em 1991. Se todos os restantes Estados da CPLP tivessem procedido de forma idêntica, desde 1994 que a nossa escrita seria já bastante mais próxima", observou.

Como não foi ratificada, foi necessário criar protocolos adicionais, o primeiro para eliminar a data de 1994, e o segundo para incluir Timor-Leste e para criar a possibilidade de implementação com apenas três ratificações.

"Na votação que o Parlamento português fez, há escassos meses, desse segundo protocolo, apenas três votos se expressaram contra", referiu.

"Isto prova bem - prosseguiu - que, no plano oficial, há em Portugal uma firme determinação de colocar o acordo em vigor, não obstante existirem, na sociedade civil portuguesa - como aliás, acontece em outros países, mesmo no Brasil -, vozes que o acham inadequado ou irrelevante".

Seixas da Costa destacou ainda a recente criação por parte de Portugal de um fundo para a promoção do idioma, com uma verba inicial de 30 milhões de euros e aberto à contribuição de outros países.

"Esperamos que esta medida, ligada às decisões comuns que agora saíram da Cimeira de Lisboa da CPLP, possa ajudar a dar início a um tempo novo para que o português se firme cada vez mais no mundo, como instrumento de poder e de influência de quantos o utilizam", disse.

MAN.
28 de Julho de 2008

«Mas isto é só uma opinião»

Os apoiantes de Mari Alkatiri continuam a propalar na blogosfera, nomeadamente no conjunto de blogues da chamada Fábrica de Blogues, que Xanana Gusmão era o cérebro por detrás do atentado de 11 de Fevereiro passado contra Ramos Horta e que para desviar a atenção sobre si 'encenou' os tiros contra a sua própria caravana de viaturas ocorridos cerca de uma hora depois de o Presidente da República ser gravemente ferido, correndo assim o risco de ser atingido por vontade própria.

Nas minhas rondas pelos blogues temáticos sobre a política timorense, encontrei uma opinião de um leitor de Timor Lorosae Nação na caixa de comentário da postagem «HORTA COM MEDO E TIMOR CONTINUA "ENTREGUE" A XANANA GUSMÃO», da autoria de Alder Pinoca (28/07/2008), inicialmente publicada no blogue Opinião Lusófona.

Passo a transcrever, então, a opinião de um leitor que assina Nune Karik sobre os atentados de 11 de Fevereiro.


O Alfredo Reinado, paz a alma dele, quando decidiu abandonar o quartel disse que era por causa do diabo Alkatiri, do seu governo déspota e das violacões da constituicão que estavam a cometer na altura.

Mais tarde quando percebeu que nem o governo da AMP estava preparado para fechar os olhos aos actos pelo qual era acusado, e que aliás tinham sido fortemente condenado pelo próprio Xanana na altura da sua ocorrência, e que no mínimo dos mínimos teria que defender-se das acusacões contra ele num tribunal, mudou de ideias e ja dizia que afinal de contas o Xanana é que era o diabo.
Vejo nessa mudança um acto de desespero numa tentativa de adiar o inevitável que era entregar-se a justiça apesar de ter continuado a dizer que o faria voluntariamente.

Comprende-se que nas suas circunstâncias e a seriedade das acusacões, ele tinha que arranjar qualquer desculpa para não se entregar a justiça optando em vez disso por usar o seu potencial bélico para forçar uma saída mais airosa.

Enfim, paz a alma dele.

Nao acredito que ele tivesse ido a casa do Horta para o matar, mas também o próprio Horta nega terminantemente tê-lo convidado a lá ir. Na minha opinião Reinado foi lá por iniciativa própria para assegurar-se que Horta nao estava a vacilar perante as dificuldades levantadas na reunião que teve com os partidos políticos dias antes e traí-lo a última da hora, e ao mesmo tempo para pressioná-lo apressar a prometida solução para o seu caso.

Reinado estava com os nervos em flor da pele a ver a possibilidade de Horta não ser capaz de cumprir o prometido. Até porque a posicão das chefias militares, em particular a de Taur Matan Ruak, era que jamais aceitaria o regresso de Reinado às forças armadas.

O que Reinado não contou ou pelo menos não soube antecipar na sua inesperada visita a casa de Horta foi a reacção dos guardas presidenciais da F-FDTL que, diga-se à partida, nutriam um ódio mortal a ele e aos seus homens devido aos incidentes de Fatuahi em que alguns dos seus colegas tinha sido mortos pelo Alfredo ou pelos homens de Alfredo.

Sucede-se que Alfredo e o seu braço direito são alvejados mortalmente deixando os seus homens sozinhos, confusos, sem comando e mais que certo a espumarem de raiva por verem o seu comandante morto no chão. O Horta aproxima-se da sua casa e num acto de reflexo motivado pelo momento de raiva e irracionalidade um dos homens reage contra Horta e alveja-o para matar.

Salsinha ouve as notícias da morte de Reinado algum tempo depois e resolve agir, mas nao tem a mesma motivação do homem que alvejou Horta porque todos os seus homens estão vivos. A falta de uma forte motivacão de vinganca para matar Xanana combinada com o fogo de resposta dos escoltas internacionais do PM Xanana resultam a que Xanana escape ileso do ataque.

Inicialmente Salsinha procura negar responsabilidade pelo ataque, mas na impossibilidade de esconder a sua presença e a dos seus homens na área fortemente armado acaba por admitir que atacou sim mas so para assustar. Pensava ele que assim pudesse minimizar a seriedade das suas acções, perdão ações.

Se o ataque a Xanana Gusmão tivesse sido montado pelo próprio como a propaganda da Fretilin quer nos convencer, Salsinha e os seus homens teriam que ser cúmplices e estarem em compadrio com Xanana para implementar um plano destes. Isto é muito improvável visto que nenhum deles tem qualquer razão para sentirem-se tão fiéis a Xanana a ponto de arriscarem uma longa pena de prisão para si sem denunciar Xanana como sendo o cérebro por trás de toda esta alegada montagem. Até porque Xanana Gusmao estava activamente a envidar esforços para desgastar a influência de Salsinha e os seus mais chegados junto dos peticionários numa tentativa de assegurar uma célere resolução do problema dos peticionários.

É de notar que Xanana tentou reunir os peticionários em Aileu e Salsinha não só boicotou essa reunião como dias depois juntou-se a Alfredo Reinado para fazer uma grande parada militar participada por centenas de peticionários numa clara demonstração de desafio e tentativa de minimizar a autoridade de Xanana assim como a efectividade das suas iniciativas. Era um autêntico jogo de braços de ferro e de definir quem era o gato e quem era o rato. Este Salsinha não é o homem, fiel servidor de Xanana pronto a sacrificar-se a si e aos seu homens para salvar a pele do mestre. A ser verdade que Xanana estava por trás disto tudo já o Salsinha e os seus homens tinham apontado o dedo num acto de defesa própria para minimizarem as suas responsabilidades. Não o fizeram até agora porque Xanana foi definitivamente o alvo, nunca o mestre.

Angelita Pires sabe muito mais do aquilo que ela quer admitir. Mas admitir o conhecimento do plano de Reinado é admitir cumplicidade nesse acto. Acto esse que ganhou uma maior dimensão e maior gravidade desde o momento em que Ramos Horta foi alvejado e quase morreu nas mãos do grupo de Reinado. E desde o momento em que Xanana foi atacado mesmo tendo escapado ileso. O acto de aparecerem armados em casa do PR e do PM armados e desarmar os guardas do primeiro ja era sério a partida, mas os tiroteios que daí resultaram e o alvejamento do PR Horta tornou-se o num acto de alta traição e crime contra o Estado. Numa situacão de tamanha gravidade e com Alfredo morto, Angelita achou que o melhor a fazer era passar-se pela pobre amante sem o mínimo conhecimento da causa e do que se estava a passar. Mesmo sabendo que não era a intenção de Alfredo matar o PR Horta ou o de Salsinha atacar Xanana, os resultados no terreno são demasiado graves para assumir qualquer conhecimento do que na verdade se estava a passar.

Mas isto é só uma opinião. A verdade dos acontecimentos está prestes a sair e tudo ficará esclarecido.

Nune karik

29 de Julho de 2008 1:08

http://www.timorlorosaenacao.blogspot.com/